domingo, 24 de julho de 2016

Tememos o conhecido

Não tememos aquilo que desconhecemos,
tememos o conhecido.

Tememos aquilo que é conhecido em partes ou no todo,
(no todo é coisa rara).

Àquilo que nos feriu algum dia,
que nos causou alguma dor ou sofrimento,
este sim faz parte de nosso temor.

Nossa mente e alma,
temem a somatória de detalhes,
ou migalhas que nos mostram qual o caminho,
do resultado provável.

O que definitivamente não deveríamos temer,
é o provável,
aquilo que ainda não é.

Pois entre o provável e o resultado,
podem acontecer mágicas esplêndidas,
milagrosas até.

O salto quântico neste caso é a fé.






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